Meu amor,
espero saber-te bem. Tão ou melhor desde que parti… de ao pé de ti. Sei dos teus muitos pretendentes, mas ensinaste-me a aceitar essa condição sem um lampejo de tristeza ou ansiedade.
Soubeste dar-me tudo o que tinhas para dar e, com isso, mostraste-me o teu lado generoso. Não será essa, também, uma das definições de Amor? Mostraste-me que devemos amar em abundância. Que o ciúme nos retrai e aprisiona.
De dia uma companhia alegre e inteligente. Com o teu sentido de humor. À noite, todo o teu calor e envolvência. Uma amante inesquecível. Que bom é viver este sentimento tão forte que nutro por ti.
Aconteça o que acontecer, tu e eu, ligados para sempre.
Vou voltar… mas agora não será um tempo de promessas. Apetece-me para a semana. Mas não mereces que te falhe. Para já, só te consigo prometer que será em breve. Tão urgente quanto de
saudade eu aguente.
Ó Meus Deus! Que fui eu fazer ao escolher viver longe de ti. Que sonhos me assombram agora para não aguentar recordar as tuas formosas colinas, em suspiros ofegantes e transpirações partilhadas.
A luz do teu olhar a descer sobre mim, de mil-e-uma-noites carregado.
Se todas as cartas de amor são ridículas… pois que esta o seja. Que o meu amor por ti não finde, hoje e nunca.
Conto os dias que faltam para voltar aos teus braços… Lisboa.
Rui Melo
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